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Tendências / Desfiles - 26.03.2019

Numa tarde soalheira de 1975, na boutique Cartier da Rue de la Paix, em Paris, a atriz mexicana María Félix fez um pedido incomum, que surpreendeu quem lá se encontrava: acompanhada de uma cria de crocodilo, a atriz perguntou se seria possível replicar o seu animal de estimação sob a forma de um colar.

Com este pedido ousado, María Félix pretendia que o seu companheiro fosse imortalizado através de um colar que pudesse transformar-se em alfinete, constituindo dois acessórios num só. Foi assim que nasceu o magnífico colar de dois crocodilos da Cartier, um em ouro amarelo de 18 quilates, incrustado com mais de mil diamantes amarelos e olhos feitos de esmeraldas; outro esculpido em ouro branco, também de 18 quilates, com 1060 esmeraldas incrustadas e um olhar de rubi.

De forma a homenagear o colar original, pertencente à coleção Cartier de joias históricas, a casa lançou uma coleção de quatro peças: brincos, pulseira, anel, e colar, onde o crocodilo de María Félix volta a ganhar protagonismo.

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